» » » Mendonça Filho libera recursos para retomar mais uma obra do IFPE e diz que trabalha para não deixar obras paradas nas instituições federais de ensin

Crédito das fotos: Rafael Carvalho/MEC                     
    Durante solenidade de liberação de R$ 10 milhões para retomada da obra do novo campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE), no Cabo de Santo Agostinho (PE), o ministro da Educação, Mendonça Filho, afirmou que uma das prioridades da sua gestão é trabalhar para retomar as centenas de obras paradas nas universidades e institutos federais em todo o País. “Só nas universidades federais eram mais de 200 obras paralisadas. Já retomamos obras em Estados como Pernambuco, Tocantins,  Amazonas, Santa Catarina e  Sergipe”, afirmou, lembrando que encontrou o MEC com corte de R$ 6,4 bilhões no Orçamento, feito pelo Governo anterior.

Secretário de Educação Profissional e Tecnologia do MEC, Marcos Viegas; reitora do IFPE, Anália Ribeiro, e ministro da Educação, Mendonça Filho.
“O corte que encontramos no Orçamento do MEC, na prática, inviabilizava qualquer investimento para a área, e até mesmo o custeio e manutenção das instituições federais de ensino”, disse, ressaltando que o presidente Michel Temer garantiu a retomada de R$ 4,7 bilhões desse valor, o que possibilitou retomar as obras e programas parados. Os recursos liberados hoje serão destinados à construção do novo campus, que vai aumentar a oferta de cursos de graduação e pós-graduação de acordo com  a vocação do município. 

O ministro destacou que mais de 1,5 mil estudantes serão atendidos pelo novo campus. A liberação dos recursos, de acordo com o ministro, vai garantir celeridade às obras, que estavam quase paradas. Desde que a atual gestão assumiu o MEC, o estado de Pernambuco já foi contemplado com R$ 232 milhões para custeio e investimentos para universidades e institutos federais. Ao todo, já foram liberados mais de R$ 3 bilhões para as instituições federais no país.

Progresso — Durante a cerimônia, a reitora do IFPE, Anália Ribeiro, agradeceu ao ministro a liberação de recursos. "Entendemos que a garantia da infraestrutura da educação como um todo, especialmente da educação tecnológica, ainda é um desafio para o Brasil”, disse, ressaltando que esse campus é um sonho. "Desde maio, a velocidade da construção aumentou muito", testemunhou. O campus funciona, desde outubro de 2013, em um prédio pertencente a uma faculdade local.  Quando finalizada, a unidade contará com uma estrutura de grande porte, com área construída total de 12,65 mil metros quadrados, correspondentes a 13,7 hectares.

A instituição contará com uma creche, que resultará em benefícios não só para a comunidade acadêmica, mas para a população, com espaço para atender até 200 crianças.


Crédito das fotos: Rafael Carvalho/MEC                  
Opção — O secretário de Educação de Pernambuco, Fred Amâncio, presente na solenidade, tem uma história pessoal com o ensino técnico — foi aluno da modalidade antes de chegar à educação superior. “É preciso ter a opção do ensino técnico porque o jovem não pode ter a universidade como o único caminho”, disse. “Precisamos criar oportunidades de estudo e de emprego para a juventude. É o que justifica a expansão das escolas técnicas.”

Com a conclusão das obras, mais de 1,5 mil jovens e adultos terão oportunidade de estudar em um dos cinco cursos regulares: técnico em logística, meio ambiente, hospedagem e cozinha, bem como o de qualificação profissional em almoxarife. Além disso, estarão disponíveis os cursos da modalidade aprendiz do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec): recepcionista de eventos, auxiliar de transportes, movimentação e distribuição de cargas, assistente administrativo e cozinheiro.


Os estudantes vão poder ainda optar por cursos de graduação e pós-graduação, que devem ser implementados graças à nova estrutura: bacharelado em engenharia ambiental e técnico em meio ambiente; tecnologia em gestão portuária, pós-graduação em gestão pública, tecnologia em hotelaria e pós-graduação em gastronomia.

Postado por Júnior Silva em sábado, setembro 10/2016

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