» » Era Milton Mendes começa com muito trabalho e longa conversa no Santa


(Foto: Daniel Gomes)
 (Foto: Daniel Gomes)
A era Milton Mendes no Santa Cruz começou de fato. Dois dias após chegar ao Recife como novo treinador coral, ele colocou a mão na massa nesta quinta-feira, um dia após a vitória de 2 a 1 sobre o Ceará, pela Copa do Nordeste, com direito a treino até mais tarde e longa conversa com o elenco. E a movimentação teve algumas novidades. A maior delas foi a volta do meia Léo Moura, que estava com um estiramento na coxa direita desde o dia 21 de março e era ausência até então. Logo, ele é opção para o jogo da volta contra o Vozão, no próximo domingo, em Fortaleza.

O curioso é que toda a comissão técnica subiu ao gramado e montou o treinamento, com cones, bolas e todo o material de treino na hora marcada na programação, às 15h30. Milton Mendes seguiu em conversa com o elenco no vestiário por 1h20. Às 16h50, o treinador apareceu. Foi a primeira oportunidade de bater um papo mais longo com o plantel - Milton já tinha ido na concentração na véspera do jogo contra o Ceará e também no intervalo da partida.

Quando o treinamento físico começou, Milton Mendes teve uma conversa longa com o atacante Grafite. Os dois ficaram no centro do gramado e Milton fazia alguns gestos como a movimentação do atacante e indicava alguns locais do gramado. O camisa 23, maior nome da equipe, está há seis jogos sem marcar. O preparador físico Flávio Trevisan e o auxiliar técnico Edinelson da Silva, que vieram junto com Milton Mendes, comandaram o início dos trabalhos. O meia Lelê e o zagueiro Leonardo ficaram sentados em um banco, apenas observando. Enquanto o primeiro entrou durante o segundo tempo do duelo contra o Ceará após se recuperar de lesão, o segundo saiu de campo sentindo a virilha. Os dois foram apenas poupados pelo desgaste e, a princípio, não preocupam para o confronto do próximo domingo.
Normalmente, no dia após o jogo, os titulares ficam na academia fazendo treino regenerativo. Mas com Milton Mendes foi diferente. Ele mandou todos irem ao gramado e não limitou os trabalhos aos treinos físicos. Ele comandou um treino tático, explorando a compactação do time, pedindo aproximação dos setores. Todos treinaram divididos em blocos: os zagueiros juntos, os volantes também e assim sucessivamente. Os refletores tiveram de ser ligados porque a movimentação durou. 
Fonte Globo.com
Postado por culturalfm96.com em quinta, março 31/2016

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