» » » Caso Beatriz: 7 funcionários demitidos de escola

Após assassinato de Beatriz Angélica Mota, de 7 anos, sete funcionários foram afastados do Colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina, Sertão do Estado, de janeiro até março de 2016. A informação é do advogado da instituição, Clailson Ribeiro.
Conforme o jurista, as demissões ocorreram antes da divulgação pelo delegado Marceone Ferreira, responsável pelas investigações, de que cinco pessoas que trabalhavam na escola estariam supostamente envolvidas no caso.
Segundo o advogado, houve uma quebra de confiança, por isso as exonerações foram necessárias. “Nós acompanhamos, desde dezembro de 2015, todos os depoimentos na Delegacia da cidade e resolvemos afastar todas as pessoas que apresentavam contradições em suas declarações à Polícia. Dos sete que afastamos, observamos que, entre eles, estavam os cinco suspeitos de envolvimento”, explica Clailson. Ele criticou a postura do delegado de divulgar que os suspeitos eram servidores da unidade de ensino.
“Se a investigação permanece em sigilo, ele não precisava ter divulgado que os cinco suspeitos eram do colégio. Esperamos que as declarações do delegado não tragam maiores problemas. Ele colocou em cheque o nome de todos os funcionários que foram prestar depoimentos”, afirma. Conforme o representante da instituição, a escola continua com seu funcionamento normal. “Nós estamos recebendo o apoio da comunidade também”, relata. Marceone Ferreira participou de coletiva dei imprensa na última terça-feira (29). Na ocasião, revelou que os cinco suspeitos de terem participação no crime eram funcionários da escola. Por meio de nota, a Polícia Civil de Pernambuco afirmou que "não vai voltar a se pronunciar sobre o caso até a conclusão do mesmo ou prisão de suspeitos". 
Entenda o caso
Beatriz foi assassinada com mais de 40 golpes de faca durante evento no ginásio da escola Colégio Nossa Senhora Auxiliadora. O corpo da menina foi encontrado, no dia 10 de dezembro de 2015, em um depósito de materiais esportivos. O pai de Beatriz, Sandro Romildo, é professor de inglês na instituição.
No dia 22 de fevereiro, a Polícia Civil divulgou o retrato falado do homem que teria assassinado a estudante. Para a investigação, o homem é moreno, tem entre 1,65 e 1,70 metro e cerca de 70 quilos. À época, o delegado informou que a dificuldade da polícia em elucidar o crime é o fato da grande circulação de convidados no dia da festa.
Postado por culturalfm96.com em quinta, março 31/2016

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